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8 tendências a não perder nas embalagens farmacêuticas – 2016

  • By Trevor Nichols
  • agosto 02, 2016
  • Ciências da vida
  • Indústria farmacêutica
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1. Crescimento continuado na utilização da embalagem blister

A embalagem blister está na linha da frente da luta por uma maior conformidade com a dosagem, sobretudo porque faz com que seja mais fácil para os doentes controlarem a sua dosagem (os dias em que é necessário tomar o medicamento podem ser impressos no verso da embalagem). Se a isto acrescentarmos o facto de proteger o medicamento e de poder ser personalizada para se adaptar ao design de um produto, percebe-se porque é que a embalagem blister é o segundo tipo de embalagem farmacêutica mais vendido no mundo.

2. Maior atenção a embalagens à prova de crianças

A Aliança Europeia de Segurança Infantil indica que 3000 crianças com menos de 14 anos morrem todos os anos na Europa devido a envenenamento agudo depois de conseguirem aceder a produtos farmacêuticos. Como tal, as empresas estão a desenvolver engenhosas embalagens blister à prova de crianças. Esperam-se mais inovações neste tipo de embalagem à medida que os reguladores aumentam a pressão sobre os fabricantes farmacêuticos no sentido de tomarem medidas que reduzam os incidentes de crianças envenenadas.

3. Forte procura global de frascos de plástico

A procura de frascos farmacêuticos de vidro chegou a um impasse à medida que a utilização de frascos de plástico continua a aumentar. Já são os recipientes farmacêuticos mais populares a nível mundial, estimando-se que as vendas de frascos farmacêuticos de plástico cheguem aos 20,6 mil milhões de dólares americanos até 2020.

4. A bolsa já passou à história?

A sobrevivência da bolsa nas embalagens farmacêuticas dependerá de inovações como a nova bolsa de embalagem secundária da Bemis Healthcare Packaging e Presto Products Co. A bolsa inclui um fecho deslizante à prova de crianças, enquanto as plastificações em múltiplas camadas proporcionam uma proteção de barreira robusta contra o oxigénio e a humidade. Este nível de segurança na embalagem secundária faculta aos fabricantes a opção de criar embalagens blister primárias a partir de materiais não barreira mais baratos.

5. Crescimento nas seringas pré-cheias

Até ao final de 2019, estima-se que o mercado das seringas pré-cheias contabilize receitas de 4,98 mil milhões de dólares americanos, segundo as projeções da Transparency Market Research. Os principais fatores identificados são: crescimento contínuo e consistente no mercado de fármacos injetáveis, aumento da adoção de sistemas de administração nos locais de prestação de cuidados e problemas associados à opção frasco+seringa que estão a fazer com que mais profissionais de saúde prefiram as seringas pré-cheias.

6. Impacto na prateleira vs. eficiência ecológica

O mercado de farmacêuticos de venda livre está saturado. A concorrência entre as marcas é feroz. Para os fabricantes, o objetivo final tem de ser uma embalagem que proporcione o máximo impacto na prateleira com o mínimo de materiais. Especialmente à medida que os consumidores se interessam mais por opções ecologicamente conscientes e os fabricantes procuram cumprir obrigações de ética e responsabilidade comercial. Os materiais têm importância. Por isso, o sucesso da embalagem depende da existência de um equilíbrio entre o design visual, o design prático e a seleção de materiais.

7. O design da embalagem põe o doente em primeiro lugar

As marcas estão a tentar obter uma vantagem no mercado de venda livre ao oferecerem aos consumidores uma forma mais prática de administração dos seus produtos. Os exemplos incluem a mudança da Strepsils da embalagem blister tradicional para tubos de plástico e a oferta da Ibuleve de um spray de absorção rápida para além da sua gama mais tradicional de cremes. Num mundo moderno em que ninguém tem tempo, é essencial a apresentação, ou até mesmo a perceção, de algo prático.

8. Envolvimento do consumidor através da embalagem

Os códigos proporcionam às marcas um canal único e altamente direcionado de interação com os consumidores. Os fabricantes podem propor aos consumidores a opção de lerem um código QR com os seus smartphones com vista a revelar uma grande variedade de informações sobre dosagem, instruções de armazenamento, etc.

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